Das origens da análise mútua ao paradigma da mutualidade

  • Marília Etienne Arreguy
  • Daniel Kupermann Universidade de São Paulo - USP, São Paulo, SP
Palavras-chave: Mutualidade, Análise mútua, Psicanálise, Sándor Ferenczi

Resumo

O presente artigo parte das controvérsias por conta da análise inconclusa de Sándor Ferenczi com Sigmund Freud e perpassa seu experimento de análise mútua como forma de lançar uma perspectiva e um estilo inovadores na clínica ligados à mutualidade, valorizando a influência desse conceito em um vasto campo da psicanálise, desde Donald Winnicott até o paradigma da psicanálise interpessoal norte-americana.

Biografia do Autor

Marília Etienne Arreguy

Professora Associada IV - Faculdade de Educação - Universidade Federal Fluminense
Membro do Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro - CPRJ
Líder do Grupo Alteridade Psicanálise Educação - GAP(e)/UFF-CNPq
Membro do Grupo Brasileiro de Pesquisas Sándor Ferenczi
Membro da Réseaux Universitaire Internationale d'Études Psychanalytiques en Éducation - RUEPSY
Membro da Association Internationale Psychanalyse Critique - AIPC

Daniel Kupermann, Universidade de São Paulo - USP, São Paulo, SP

Professor Livre-Docente do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil.

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Publicado
07-08-2026
Como Citar
ARREGUY, M.; KUPERMANN, D. Das origens da análise mútua ao paradigma da mutualidade. Cadernos de Psicanálise | CPRJ, v. 48, n. 55, p. 115-136, 7 ago. 2026.