A psicanálise, seus descontentes e seus destinos

  • Eduardo Leal Cunha Universidade Federal de Sergipe - UFS, Aracaju, SE
Palavras-chave: Psicanálise, Clínica psicanalítica, Clínica contemporânea, Dissidências de gênero

Resumo

Este artigo apresenta uma reflexão sobre a atualidade da teoria e da clínica psicanalítica e seus possíveis destinos a partir dos debates desencadeados pelas críticas vindas, sobretudo, dos movimentos teóricos e políticos ligados ao gênero, à sexualidade e ao antirracismo. Assim, parte-se da indicação dos principais eixos dessas críticas para em seguida desdobrá-las em questões diretamente colocadas à teoria, à técnica e à política da psicanálise. Por fim, procura-se estabelecer algumas balizas que orientem respostas a essas críticas, que não se deixam reduzir a uma postura defensiva, de reafirmação de posições e dogmas, e que permitam também vislumbrar o horizonte ético e político capaz de sustentar a transformação da psicanálise a que essas críticas convocam e que pode ser descrita como emancipação.

Biografia do Autor

Eduardo Leal Cunha, Universidade Federal de Sergipe - UFS, Aracaju, SE

Doutor em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Professor Titular da Universidade Federal de Sergipe (UFS).

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Publicado
07-08-2026
Como Citar
CUNHA, E. A psicanálise, seus descontentes e seus destinos. Cadernos de Psicanálise | CPRJ, v. 48, n. 55, p. 51-71, 7 ago. 2026.